segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Looks da Semana

Mais uma semana amena, sem a chuva tão necessária, o que se traduz em looks confortáveis e fofinhos. Vamos a eles.

Casuais
Segunda-feira - Jeans River Island, Camisola H&M, Botas Timberland, Bolsa MCM, Óculos YSL
Terça-feira - Blusão Mango, Vestido Tory Burch, Sapatos Aquazzura, Bolsa Romwe
Quarta-feira - Calças Zara, Camisola Massimo Dutti, Sapatos Zara, Bolsa Mango, Chapéu Sole Society
Quinta-feira - Leggings La Redoute, Camisola H&M, Botas Senso, Mochila Michael Kors, Óculos Gucci
Sexta-feira - Jeans Topshop, Camisola Mango, Sapatos Nasty Gal, Bolsa Sole Society, Brincos Zaful 

O look da Quarta-feira é de longe o meu favorito, no entanto além de ser mais girly, o look de Terça-feira é muito engraçado. A mistura do vestido com o blusão agrada-me imenso.

Profissionais
Segunda-feira - Vestido Mango, Botas Chloé, Bolsa Rebecca Minkof, Brincos Oscar de la Renta
Terça-feira - Calças Navibi, Camisola Mother of Pearls, Botas YSL, Bolsa Saint Laurent, Brincos eBay
Quarta-feira - Saia Mango, Camisola H&M, Sapatos Romwe, Bolsa Avenue, Brincos Alexis Bittar
Quinta-feira - Blazer Esprit, Camisa Brunelo, Calças DvF, Sapatos H&M, Bolsa Zac Posen
Sexta-feira - Vestido Red Valentino, Botas Gianvitto Rossi, Bolsa Dolce&Gabbana, Brincos Monica Vinader

Aqui não há dúvida, Quinta-feira é o look mais a minha cara. As calças são um clássico que amo e a camisa branca nunca falha. Gosto imenso do look de Terça-feira também. A camisola, com um preço proibitivo, é maravilhosa.

Qual o vosso look favorito?
Boa semana e bons looks. 

sábado, 18 de novembro de 2017

O que li durante a semana #35

Aqui ficam as minhas notícias da semana. 

A Barbie está cada vez mais a preocupar-se com a sua representatividade social e está a fazer bem, muito bem. Go Barbie!

Fico sempre feliz quando pessoas com representação, que chegam a muitos, se empenham em causas que acreditam. 

Se o filme Wonder Women serviu para alguma coisa, foi para mostrar um conjunto de mulheres fortes na tela. Isso não passou apenas na história mas por todo o conjunto criado, incluindo os fatos. Não tão reveladores. Com a estreia do filme Justice League era esperado este cuidado, uma continuação do trabalho feito no anterior filme. Mas não, voltamos a ter fatos sexualizados para as senhoras.

Eu gosto disto. Pessoas que sabem o certo e o errado, em qualquer local, a qualquer hora.


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

A minha actualidade #1

Ando desaparecida e sem postar nada há demasiado tempo. Não se anda a passar nada mas vamos lá actualizar:

 - Estando sem trabalho no momento, o tempo passado em casa é maior e a preguiça também. Quanto mais tempo tenho menos quero fazer. 

- Tendo tempo, a leitura assumiu. Nos últimos 7 dias li 5 livros. Algumas histórias leves outros livros pesados mas na última semana, basicamente, li.

- Não tenho maturidade emocional no momento para continuar a ver Grey´s Anatomy. Demasiado drama que já está a sobrar na minha vida.

 - Eu, a freak do Natal, além de alguns presentes para o Eddie, não comprei nada. Nada. 

 - Depois de uns meses loucos a comer tudo o que me aparecia à frente (Sim, basicamente comi a tristeza), parei e já perdi 3kg. 

E é isto que temos para hoje. 

sábado, 28 de outubro de 2017

Noticias da Semana #34

Depois de muitas semanas de interrupção, voltamos a um dos posts que mais gostam de ler por aqui.
Vamos a elas, às noticias desta semana que mais me despertaram curiosidade. 

Tessa Thompson's Valkyrie Is the Marvel Movies' First-Ever LBGTQ Character

Eu compreendo o conceito de representação. Sei a sua importância social, sei como os grupos ganham com ela. Agora também conheço o conceito de obsessão. E acho que chegamos ao ponto de obsessão da procura incansável de colocar rótulos em tudo e em todos. Se calhar estamos, mais uma vez, a ir pelo caminho errado. 

A grande noticia da semana. Para acompanhar de muito perto. 

A epidemia silenciosa do mundo industrializado: o consumo de açúcar

Andamos todos preocupados com tantas drogas mas esquecemos esta tão dramática que continuamos a insistir dar às nossas crianças sem medos. 

Como diz a outra, "Kill' em with kindness".

Se ele, que já andava por cá antes de todos nós, sabe bem que amor é amor, não é melhor de uma vez aceitarmos e respeitarmos?

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Eu e Ele #7

O Eddie (já disse o nome dele no stories não vale continuar a chama-lo E) é aquele tipo de pessoa que depois de cinco minutos é o teu melhor amigo. Ele é mesmo a pessoa mais amigável que eu conheço. 
Por outro lado, eu não sou nada assim. Não é que não faça amigos com facilidade, simplesmente não tenho a abertura e disposição para o fazer. 
Eu não vou ser amiga de alguém a menos que haja algo nessa pessoa com o qual me identifico. O Eddie celebra a diferença entre as pessoas, eu encontro conforto nas semelhanças, no que respeita a amizade. 

Esta diferença tão clara nas nossas personalidades sempre nos trouxe histórias engraçadas mas também situações complicadas. 
Quando começamos a namorar, lá no tempo da invenção da roda, o Eddie ficou amigo dos meus amigos muito facilmente. Tanto que no meu grupo de amigas ele é o único namorado que não tem um estatuto de "namorado de" mas sim, como ele próprio, de tão amigo que ficou das minhas meninas.
Eu, por outro lado, tive algumas dificuldades com alguns amigos dele, uma vez que juntar a minha personalidade reservada à minha língua afiada é o resultado perfeito para me chamarem arrogante para a eternidade. 
Claro que depois que me conhecem, a quem eu deixo conhecer, as pessoas ultrapassam essa ideia mas as primeiras impressões são difíceis de ultrapassar. 

Por tudo isto, se há algo que eu cobiço na personalidade do Eddie é esta facilidade que ele tem de ser amigo do mundo, esta abertura maravilhosa às novidades que novas pessoas trazem à vida.
É algo que ando a trabalhar para melhorar, mas é difícil inverter algo que fui toda a vida.


terça-feira, 24 de outubro de 2017

O horror do outro lado.

The Hateful Eight. The King's Speech. The Artist. The English Patient. Silver Linings Playbook. Iquilibrium. The Lord of the Rings. Lion. Kill Biil. Pulp Fiction. Shakespeare In Love. Gangs of New York. Carol. Entre muitos outros.

Alguns são blockbuster, outros filmes de culto. O que todos têm em comum é que passaram pelas mãos de Harvey Weinstein. 

Nas últimas semanas fomos confrontados com dezenas de acusações contra o produtor. Das maiores estrelas de Hollywood às mais pequenas, multiplicam-se as acusações sobre o produtor, que ao longo dos anos foi violando os direitos de várias estrelas com quem trabalhou.

Sobre as acusações, só pecam por tardias. Percebo a dificuldade e o medo que estas mulheres enfrentam para divulgar estas acusações porque não é nada fácil acusar um homem poderosíssimo, o rei de Hollywood. Muitas carreiras podem ter sido arruinadas, muitas mulheres foram postas em causa e uma teia de mentiras foi contada. 

No entanto a questão aqui é até que ponto pudemos misturar o homem com a obra. 
Da listagem que aparece na primeira linha, todos os filmes são mais o menos aclamado, mas não pudemos fugir da importância de muitos deles. E hoje, depois de sabermos de tudo o que se passou por trás, não os pudemos ver da mesma maneira. 
Não, não vamos deixar de gostar de um filme porque foi produzido pelo Weinstein, mas pudemos e devemos olhar para aquelas actrizes com outros olhos. 
Quando as vemos maravilhosas nas passadeiras vermelhas não pensamos no outro lado do glamour, no que são forçadas a abdicar. Sobretudo da dignidade.
Uma das acusações que recaem sobre o produtor é a pressão que fazia para as actrizes dos filmes que produzia usassem a marca da sua esposa. a Marchesa
Podemos concluir assim que estas actrizes eram condicionadas não só no panorama físico mas também no seu livre arbítrio. Uma coisa é escolherem serem patrocinadas por uma determinada marca, outra é serem obrigadas em nome da manutenção da sua carreira.  

Hoje, depois de termos o conhecimento do tudo isto temos cada vez mais de nos unirmos em torno da máxima que toda e qualquer mulher tem de ser respeitada, quer seja no glamour de Hollywood ou na batalha do nosso dia a dia. Porque dependendo da conta bancária ou das maiores ou menores facilidades nas trivialidades da vida, ser mulher é difícil, mesmo. 

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Look da Semana

Mais uma semana que nos devia trazer aquele frio típico da altura mas temos apenas calor e mais calor. Eu gosto de calor, muito, mas estas temperaturas nesta altura do ano não são boas para ninguém.

Assim aqui ficam uns looks outonais mas adequados ao calor que ainda se sente.

Pofissionais 


Segunda-feira - Body Zara, Saia DvF, Sapatos C. Louboutin, Bolsa DvF, Brincos Oscar de la Renta 
Terça-feira - Calças e Blazer Alexander Wang, Blusa River Island, Sapatos Mango, Bolsa Saint Laurent
Quarta-feira - Vestido Mango, Botas Steve Madden, Bolsa Furla, Brincos Kenneth Jay
Quinta-feira - Camisola Emilia Wicktead, Saia Stella McCartney, Sapatos Ruppet Sanderson, Bolsa Tory Burch, Brincos Oscar de la Renta
Sexta-feira - Calças Moda Operandi, Blusa H&M, Sapatos Chloé, Bolsa Italist, Brincos Onyx

Além de o look de terça~feira ser o meu favorito, os looks profissionais desta semana são os meus favoritos. 

Casuais
Segunda-feira - Camisa Mango, Jeans Rachel Comey, Sapatos Sam Edelman, Bolsa Henri Bendel, Óculos Ray-ban
Terça-feira - Vestido e blusão Zaful, Botas Nasty Gal, Bolsa Alexander Wang, Brincos Wolf&Badger
Quarta-feira - Camisa e Calças H&M, Sapatos Zara, Mochila Fendi, Óculos Prada
Quinta-feira - Camisa Benneton, Saia J.Crew, Sapatos Gucci, Bolsa Marc Jacobs, Brincos Aurélie Biderman
Sexta-feira - Jeans Topshop, Sweater Tory Burch, Ténis Fila, Mochila Fjallraven, Óculos Ray-ban

Quarta-feira é a minha cara. Mas fiquei apaixonada pelo vestido de Terça-feira.

Qual o vosso look favorito?

Boa semana e bons looks.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Catarse

Eu não quero fazer deste blogue um diário de luto, mas não posso passar ao lado de todo esta mistura de sentimentos que trago. 
Cada dia descubro um novo sentimento, uma nova dor. 
Há dias horríveis. Há momentos que perco o norte e tenho de recorrer a forças que não sei que tenho para seguir em frente. 

Mas há uma nova clareza a surgir. 
Quando, tão abruptamente, perdemos um dos nossos pilares e a vida se transforma, o nosso olhar sobre ela também muda, irremediavelmente.  
Aquele grande cliché Um dia de cada vez nunca foi tão significativo. Dei por mim a tirar mais partido das coisas, mesmo quando a felicidade não é o maior sentimento presente. 
A dar mais valor ao que tenho, às coisas à minha volta, as pessoas que me rodeiam. A realização que amanhã não sei se vai surgir e que hoje, aqui, agora, é o importante. 

Por outro lado, tem sido difícil voltar à minha vida normal. Voltar a fazer coisas que tenho que fazer devido às responsabilidades que a vida nos incute, estabelecer certas interacções que não são do meu agrado mas que são necessárias. Encarar certos aspectos para os quais não tenho paciência ou disponibilidade. 

É uma mistura gigante de emoções que tenho de aprender a lidar. 


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Viver numa cidade pequena

Depois da morte da minha mãe fiquei três meses seguidos na minha cidade natal. Pelas piores razões possíveis, foi uma volta às origens e há coisas que são tão características que temos de falar delas. 

Viver na minha pequena cidade é: Um terço da população ser da tua família; Sair de manhã para comprares pão fresco e encontrar 25 pessoas conhecidas e transformar um percurso de cinco minutos em meia hora; Acordares com o som dos barcos e o sentimento de casa não poder ser maior; Ires à praia todos os dias só porque sim; Voltares a andar de bicicleta diariamente; Não existirem produtos sem lactose nos supermercados; Encontrares os produtos mais frescos e deliciosos nas pequenas lojas; Reveres os teus colegas de escola e estes serem acompanhados pelos seus pequenos filhos; Não trancares a porta de casa; Veres as tuas professoras da escola primária e ainda te tratarei como uma pequena criatura; Encontrares caixas antigas no sótão dos teus pais e viajares pela memória; Conheceres as centenas de ruas como a palma das tuas mãos; Os teus familiares visitarem todos os dias; Experimentares andar de bicicleta sem mãos e surpresa, ainda conseguires; Ir ao mercado ao fim-de-semana e conheceres quem tem a banca com os melhores produtos; Comprar peixe fresco todos os dias; Reveres amigos de infância e descobrires que a cumplicidade ainda lá está; Cada rua e canto trazerem memórias. Os transportes serem tão maus que vais a todos os lugares a pé ou de bicicleta; Dizeres cinquenta vezes "bom dia" quando saís de casa porque simplesmente todos se conhecem de alguma forma; A troca de produtos vegetais entre vizinhos; Ouvires dez vezes por dia que és a cara da tua mãe; Todas as lojas fecharem à hora do almoço; Veres todas as crianças a sair da escola com as suas bicicletas; Ouvires histórias dos teus familiares a qualquer momento do dia; Ficares maravilhada com a beleza da ria mesmo que a vejas todos os dias; Os carros passarem com música muito alta e saberes, sem dúvida, que estás na tua terra; Conheceres todas as "personagens" do sítio; Respirares ar puro. 

Com todos os prós e contras, por muito amor que tenha por este local, sou na minha essência uma menina da cidade grande. 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Favoritos de Setembro

1 - Quando chega Setembro as novas séries surgem como cogumelos. Tento sempre fazer uma selecção do que quero ver e costumo ler muitas críticas para fazer um rastreio de qualidade. O E é também um bom instigador de novas séries, quer ver tudo. E esta foi "culpa" dele. Eu queria ler uma série que estava a devorar e ele queria ver Ozark. Lá lhe disse para por a dar e eu ia espreitando mas qual não é o meu espanto quando pus o Kobo de lado e colei na televisão. Recomendo muito. 

2 - Que regresso tão bom. Will and Grace tem um lugar especial no meu coração. Sou completamente fã de todo o contexto da série. Foi um marco importante na luta dos direitos homossexuais nos EUA, com personagens maravilhosas e sem preconceitos. E a volta não podia ser mais actual. Numa era Trump, é preciso voltar a romper preconceitos e que melhor forma de o fazer senão com humor?

3 - Não sou a maior fã de sobrancelhas muito marcadas, mesmo quando foram a maior tendência de beleza. Mas gosto de umas sobrancelhas bem desenhadas. Estas bandas da Eylure são excelentes para não errar no desenho.

4 - Um dos presentes de aniversário que o E me ofereceu. Além de ser muito pratico e com uma vasta de gama de pulseiras giras para trocar, a Mi Band 2 da Xiaomi é muito útil para controlar o movimento na minha vida e posso afirmar que desde que a uso, aumentei o meu número de passos exponencialmente. 

5 - São a tendência do momento e eu não podia estar mais aplicada em a usar. Desde sempre adorei brincos e este ano encontramos os modelos mais giros nas lojas. Este modelo da Zara são maravilhosos. E como não nasci para ser modesta, vamos de brilho.